Ao Imortal Michael jackson
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Protegendo Diretórios de Sistema GNU/Linux com safe-rm
Uma boa dica é o utilitário safe-rm que não deixa você excluir os diretórios de sistema e outros que você desejar proteger.
1 – Instalação
Você pode instalar no Debian: $ sudo aptitude install safe-rm
Após a instalação ele cria o arquivo de configuração /etc/safe-rm.conf contendo todos os diretórios que ele não permitirá sua exclusão, por padrão ele já protege os seguintes diretórios:

2 – Modo de usar:
Se você tentar apagar algum diretório da lista aparece a seguinte mensagem:

Você também pode adicionar mais diretórios
Sites do safe-rm: http://freshmeat.net/projects/safe-rm
http://packages.debian.org/lenny/safe-rm
Dica fornecida pelo meu amigo gordo Rui.
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Gordinho Beijando na Boca de Lacraia
Gordinho beija na boca de Lacraia pra ganhar R$ 100,00.
Pra quem quer ganhar uma graninha extra tá aí uma opção. hahaha…
“Hei, Gordinho, Vai tomar no cú…” *rsrsrsrs
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Origem dos Ditados Populares
MOTORISTA BARBEIRO:
- Nossa, que cara mais barbeiro!
No século XIX, os barbeiros faziam não somente os serviços de corte de cabelo e barba, mas também, tiravam dentes, cortavam calos, etc, e por não serem profissionais, seus serviços mal feitos geravam marcas. A partir daí, desde o século XV, todo serviço mal feito era atribuído ao barbeiro, pela expressão “coisa de barbeiro”. Esse termo veio de Portugal, contudo a associação de “motorista barbeiro”, ou seja, um mau motorista, é tipicamente brasileira.
TIRAR O CAVALO DA CHUVA:
- Pode ir tirando seu cavalinho da chuva porque não vou deixar você sair hoje!
No século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao relento em frente à casa do anfitrião e se fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia pôr o animal protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: “pode tirar o cavalo da chuva”. Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.
À BEÇA:
- O mesmo que abundantemente, com fartura, de maneira copiosa. A origem do dito é atribuída às qualidades de argumentador do jurista alagoano Gumercindo Bessa, advogado dos acreanos que não queriam que o Território do Acre fosse incorporado ao Estado do Amazonas.
DAR COM OS BURROS N’ÁGUA:
A expressão surgiu no período do Brasil colonial, onde tropeiros que escoavam a produção de ouro, cacau e café, precisavam ir da região Sul à Sudeste sobre burros e mulas. O fato era que muitas vezes esses burros, devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito difíceis e regiões alagadas, onde os burros morriam afogados. Daí em diante o termo passou a ser usado pra se referir a alguém que faz um grande esforço pra conseguir algum feito e não consegue ter sucesso naquilo.
GUARDAR A SETE CHAVES:
No século XIII, os reis de Portugal adotavam um sistema de arquivamento de jóias e documentos importantes da corte através de um baú que possuía quatro fechaduras, sendo que cada chave era distribuída a um alto funcionário do reino.
Portanto eram apenas quatro chaves. O número sete passou a ser utilizado devido ao valor místico atribuído a ele, desde a época das religiões primitivas. A partir daí começou-se a utilizar o termo “guardar a sete chaves” pra designar algo muito bem guardado.
OK:
A expressão inglesa “OK” (okay), que é mundialmente conhecida pra significar algo que está tudo bem, teve sua origem na Guerra da Secessão, no EUA. Durante a guerra, quando os soldados voltavam pras bases sem nenhuma morte entre a tropa, escreviam numa placa “0 Killed” (nenhum morto), expressando sua grande satisfação, daí surgiu o termo “OK”.
ONDE JUDAS PERDEU AS BOTAS:
Existe uma história não comprovada, de que após trair Jesus, Judas enforcou-se em uma árvore sem nada nos pés, já que havia posto o dinheiro que ganhou por entregar Jesus dentro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava sem as botas, saíram em busca delas e do dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se acharam as botas de Judas. A partir daí surgiu à expressão, usada pra designar um lugar distante, desconhecido e inacessível.
PENSANDO NA MORTE DA BEZERRA:
A história mais aceitável pra explicar a origem do termo é proveniente das tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados pra Deus como forma de redenção de pecados. Um filho do rei Absalão tinha grande apego a uma bezerra que foi sacrificada. Assim, após o animal morrer, ele ficou se lamentando e pensando na morte da bezerra. Após alguns meses o garoto morreu.
PRA INGLÊS VER:
A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas, assim, essas leis eram criadas apenas “pra inglês ver”. Daí surgiu o termo.
RASGAR SEDA:
A expressão que é utilizada quando alguém elogia grandemente outra pessoa, surgiu através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos Martins Pena. Na peça, um vendedor de tecidos usa o pretexto de sua profissão pra cortejar uma moça e começa a elogiar exageradamente sua beleza, até que a moça percebe a intenção do rapaz e diz: “Não rasgue a seda, que se esfiapa”.
O PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER:
Em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D`Argenrt fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos pra Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imagina era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou pra história como o cego que não quis ver.
ANDA À TOA:
Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está à toa é o que não tem leme nem rumo, indo pra onde o navio que o reboca determinar.
QUEM NÃO TEM CÃO CAÇA COM GATO:
Na verdade, a expressão, com o passar dos anos, se adulterou. Inicialmente se dizia quem não tem cão caça como gato, ou seja, se esgueirando, astutamente, traiçoeiramente, como fazem os gatos.
DA PÁ VIRADA:
A origem do ditado é em relação ao instrumento, a pá. Quando a pá está virada pra baixo, voltada pro solo, está inútil, abandonada decorrentemente pelo Homem vagabundo, irresponsável, parasita.
NHENHENHÉM:
Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, os indígenas não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer “nhen-nhen-nhen”.
VAI TOMAR BANHO:
Em “Casa Grande & Senzala”, Gilberto Freyre analisa os hábitos de higiene dos índios versus os do colonizador português. Depois das Cruzadas, como corolário dos contatos comerciais, o europeu se contagiou de sífilis e de outras doenças transmissíveis e desenvolveu medo ao banho e horror à nudez, o que muito agradou à Igreja. Ora, o índio não conhecia a sífilis e se lavava da cabeça aos pés nos banhos de rio, além de usar folhas de árvore pra limpar os bebês e lavar no rio as redes nas quais dormiam. Ora, o cheiro exalado pelo corpo dos portugueses, abafado em roupas que não eram trocadas com freqüência e raramente lavadas, aliado à falta de banho, causava repugnância aos índios. Então os índios, quando estavam fartos de receber ordens dos portugueses, mandavam que fossem “tomar banho”.
A DAR COM O PAU:
O substantivo “pau” figura em várias expressões brasileiras. Esta expressão teve origem nos navios negreiros. Os negros capturados preferiam morrer durante a travessia e, pra isso, deixavam de comer. Então, criou-se o “pau de comer” que era atravessado na boca dos escravos e os marinheiros jogavam sapa e angu pro estômago dos infelizes, a dar com o pau. O povo incorporou a expressão.
ELES QUE SÃO BRANCOS QUE SE ENTENDAM:
Esta foi das primeiras punições impostas aos racistas, ainda no século XVIII. Um mulato, capitão de regimento, teve uma discussão com um de seus comandados e queixou-se a seu superior, um oficial português. O capitão reivindicava a punição do soldado que o desrespeitara. Como resposta, ouviu do português a seguinte frase: “Vocês que são pardos, que se entendam”. O oficial ficou indignado e recorreu à instância superior, na pessoa de dom Luís de Vasconcelos (1742-1807), 12° vice-rei do Brasil. Ao tomar conhecimento dos fatos, dom Luís mandou prender o oficial português que estranhou a atitude do vice-rei. Mas, dom Luís se explicou: Nós somos brancos, cá nos entendemos.
ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA, TANTO BATE ATÉ QUE FURA:
Um de seus primeiros registros literário foi feito pelo escritor latino Ovídio (43 a.C.-18 d.C), autor de célebres livros como A arte de amar e Metamorfoses, que foi exilado sem que soubesse o motivo. Escreveu o poeta: “A água mole cava a pedra dura”. É tradição das culturas dos países em que a escrita não é muito difundida formar rimas nesse tipo de frase pra que sua memorização seja facilitada. Foi o que fizeram com o provérbio portugueses e brasileiros.
JURO DE PÉS JUNTOS:
- Mãe, eu juro de pés juntos que não fui eu.
A expressão surgiu através das torturas executadas pela Santa Inquisição, as quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado pra dizer nada além da verdade. Até hoje o termo é usado pra expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz.
Fonte: Gasguito
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Os 3 Porquinhos em Diversas Versões
Versão Lula
Versão Silvio Santos
Versão Mano
Versão Solange, a gaga de Ilhéus
Versão do Lobo
Versão Funk
Visto em Ocioso
Site Oficial El Ojo 2008
Para assistir mais vídeos clique aqui.
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Não Desista
As vezes nos sentimos pra baixo, meio assim… por causa da namorada que se foi, do boleto que não pôde pagar, da prestação atrasada, o seguro que vai vencer, do limite do cartão de crédito excedido, da nota baixa na faculdade, do trabalho exaustivo e mal remunerado, da cobrança dos Pais, dos quilinhos a mais na balança… diante disso tudo é importante saber que existem pessoas que dariam tudo pra estarem no seu lugar e que muitas tem o dom de não desistir diante as dificuldades. Quando fico assim, eu paro e reflito “Estou vivo e com saúde.” e isso pra mim é o que importa.
Abaixo dois vídeos que tenho como lição de vida.
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Por Que Usamos Aliança no Quarto Dedo?
A melhor explicação é a chinesa.
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Não Julgue Pela Aparência
“O essencial é invisível aos olhos.” - Antoine de Saint-Exupéry
outro vídeo legal…
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Esculachando a Política Brasileira
“Leo Carlos eh um cara que defende a cultura Rastafari com unhas e dentes. Critica a politica brasileira como ninguem. Morador da favela do bairro da paz em salvador, ele participa de varios eventos culturais na bahia. “
Falou e disse Brotha.
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“É a Creidi” – Novo Hit do Momento
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A Globo Tá Demais
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Marvin Gaye – Lets Get It On
Quer dá uma requintada no seu relacionamento!?!
Pegue sua gatinha, leve-a para o quarto, coloque essa música e deixe fluir…
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Analista de Sistemas Jr
Frases Ditas Antes de Morrer
Eu dirijo melhor quando bebo!- Escuta aqui, oh negão… Você é grande mas não é dois!
- Não… não precisa desligar a força prá arrumar o chuveiro, não…
- Era a sua mulher? sim! Porque ?
- Não é o que você está pensando !
- Com todo o respeito, mas sua mulher é muito gostosa!
- Corta o fio vermelho!
- Só por cima do meu cadáver.
- Atira se for homem!
- Atravessa correndo que dá.
- Ah, não se preocupe, o que não mata, engorda.
- Fica tranquilo que este alicate é isolado.
- Sabe qual a chance de isso acontecer? Uma em um milhão.
- Tem certeza que não tem perigo?
- Meu sonho sempre foi saltar de para-quedas. E neste instante vou realizá-lo. E eu mesmo o dobrei!
- Confie em mim.
- Aqui é o piloto. Vamos passar por uma ligeira turbulência.
- Capacete? Imagina, tá calor…
- Eu sempre mudei a temperatura do chuveiro com ele ligado. Não ia ser hoje que alguma coisa iria acontecer.
- Deixa comigo…
- Você é muito macho atrás dessa grade, no cara a cara é que eu quero ver, sua bicha!
- Vamos lá que não tem erro…
- Pode mexer. É Pitbull, mas é mansinho…
- Calma Ataliba, eu só estava brincando…
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Whose Line Is It Anyway? – Doo Wop
Tá aí um jogo que eu queria que os Os Improváveis fizessem… Doo Wop
O desafio está lançado!
Mas aqui no Brasil teriam que cantar no rítimo de pagode *rs
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Heterofobia

Achei interessante a sátira no texto de Ruleandson do Carmo, vale a pena dá uma lida.
Ahhh sou Hetero ok!?!
Por Ruleandson do Carmo – Heterofobia
Preciso confessar: sofro de heterofobia. Não consigo achar normal duas pessoas de sexos diferentes se amarem. Minha religião não permite! Como pode um homem dar prazer a alguém com um corpo tão diferente do dele? Ele nem sabe que prazer uma mulher sente de verdade ao ser tocada e vice-versa. Como um hétero pode ter certeza de que é heterossexual se ele nunca ficou com um ser do mesmo sexo? A heterossexualidade, na verdade, é apenas uma fase, vai passar um dia, após a adolescência.
Seu filho é hétero? Coitado! Mas, não se preocupe, é apenas modismo, ele quer ser hétero só porque viu aquele casal hétero na novela, bobo. Aliás que pouca vergonha se tornou a televisão e o cinema?! Exibem cenas de sexo hétero a todo momento. Isso devia ser proibido, pois pode obrigar as crianças a se tornarem heterossexuais. Mas a bem da verdade os heterossexuais são seres promíscuos. P-R-O-M-Í-S-C-U-O-S! Não podem ver um rabo-de-saia que já estão gritando “gostosa”, são pervertidos. Ou você já viu um grupo de pedreiros gays gritando “tesão” quando passa o vizinho sarado? E quando se reúnem vários héteros, então? É uma put@ria sem fim. É só ter uma micareta, um festival de axé, que os héteros ficam se pegando feito animais no cio, e no dia seguinte a rua fica cheia de camisinhas usadas.
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Bom 2009
Que esse ano vcs colham as sementes plantadas e plantem novas sementes para ano que vem.
De volta aos posts…
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Ditados Populares
Uma lista de ditados populares que aposto que você também dizia errado…
No popular se diz: “Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro”
Correto: “Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro”
No popular se diz: “Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão”
O correto é: “Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão”
No popular se diz: “Cor de burro quando foge.”
O correto é: “Corro de burro quando foge”
No popular se diz: “Quem tem boca vai a Roma.”
O correto é: “Quem tem boca vaia Roma.” (isso mesmo, do verbo vaiar)
No popular se diz: “Cuspido e escarrado” (quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.)
O correto é: “Esculpido em Carrara.” (Carrara é um tipo de mármore)
No popular se diz: “Quem não tem cão, caça com gato.”
O correto é: “Quem não tem cão, caça como gato” (ou seja, sozinho)
Furtado do Peroxas.
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Roubado do